17º Open Innovation Brasil, o encontro do ecossistema de inovação aberta
17º Open Innovation Brasil - Evento de inovação aberta

17º Open Innovation Brasil, o encontro do ecossistema de inovação aberta

O evento sediado em Curitiba reuniu grandes empresas, startups e investidores 

No dia 28 de maio aconteceu o 17º Open Innovation Brasil. Sediado em Curitiba, o evento reuniu diversos atores do ecossistema de inovação para compartilhar experiências e debater sobre as características, perspectivas e desafios da área.   

O Open Innovation Brasil é um grupo de pessoas que tem vontade de fazer a inovação crescer no Brasil. Surgindo de forma orgânica, sempre contou com a ação colaborativa e tem como principal propósito compartilhar práticas de inovação aberta entre os atores do ecossistema, sendo esses: grandes empresas, startups, investidores, governo, entre outros.     

O evento iniciou com o painel “How to become an innovation pirate” que contou com os denominados piratas da inovação, Alexandre Mosquim – Vale, Alexandre Grenteski – Renault, Daniel Lange – Bosch, Rafael Tarso – CITS e Leo Tostes – Haze. Durante a conversaeles contaram suas experiências e visões como piratas da inovação aberta.  

Um pirata, para os painelistas, é quem desafia as regras, sai do comum e busca fazer algo diferente. Alexandre Grenteski afirmou gostar muito do termo “Transgressor Subversivo” e complementou que, para poder atuar como um, é preciso conhecer a regra com a qual está lidando. Reforçaram também que a atitude de um innovation pirate é ser inquieto, querer sempre promover mudanças.  

No segundo painel do dia, “Open Innovation Wonder Women”,  mulheres empreendedoras e líderes de inovação contaram sobre a presença feminina no ecossistema. Moderadas por Ana Paula Camargo – MEX Brasil, participaram do painel Caroline Pinto – Gerente de Inovação da Engenharia Renault, Mariana Foresti – Hi Capital, Leticia Preuss – Endeavor e Isabela Gaya – ABDI. Elas contaram um pouco sobre a desvantagem em números de mulheres em relação aos homens na área de Open Innovation, falaram sobre suas experiências pessoais ao iniciar neste meio e como incentivar mais mulheres a fazerem o mesmo.   

Durante a tarde aconteceu o painel “Métricas e Resultados: qual a mágica para a inovação aberta”, no qual Nara Haberland – Bosch, Lucas Tomas – Rumo, Alexandre Silva – Grupo Boticário e Dione Barbosa – Algar Telecom falaram sobre os impactos da inovação nas suas empresas e o Professor Yogui (Ricardo Yogui PUC-Rio) explicou sobre a ferramenta “Framework de Inovação – Modelo Aberto para Organizações Modernas”Eles trouxeram como as empresas que protagonizam inovação aberta estão mensurando seus resultados e também quais métricas utilizam, quais são favoráveis em determinadas situações e sobre como utilizá-las a seu favor.  

A CINQ participou do painel “Fail fast, Learn Faster” com o nosso Diretor de Crescimento, Carlos Alberto Jayme, junto ao Vinicius Donin – RD2 Ventures, Cyro Calixto – BRF, Ticiana Pereira – Burn Powered by Startse e Alexandre Mosquim – Vale, compartilhando histórias em que erraram aprenderam na marra e que foram marcantes para chegarem onde estão hoje. Jayme falou sobre como “aprender com erros é muito importante para o ramo da inovação” e também ressaltou que “assumir o erro tem muito a ver com coragem e humildade”. 

Chief Growth Officer da CINQ, Carlos Alberto Jayme, contou sobre a sua participação e experiência no evento: “o nome, Open Innovation, já diz tudo: open, ou seja, aberto, conectado, participativo e cooperativo. Características importantíssimas para conquistar progressos na inovação em uma época de transformações disruptivas e exponenciais. Também tivemos a oportunidade de compartilhar nossos erros na questão da gestão da inovação e hoje concluímos que é mais uma questão de cultura de aprendizado e experimentação do que de processo, embora este último contribua. Assim, o erro faz parte das experimentações que nos levam a grandes acertos. Além dos acertos, os erros também merecem ser lembrados e reconhecidos. Parabenizo aos organizadores pela qualidade do evento, foi muito interessante”. 

Também aconteceram diversas rodadas de Drops of Curitiba, um espaço para pequenas apresentações de novos inovadores locais. Além de algumas apresentações de Drops of Paraná, Drops of Brazil e Corporate Pitch, para apresentações das novidades do estado, país e empresas/startups. 

Houve também a premiação dos finalistas do DemoDay Open Innovation, programa que visa conectar startups ao ecossistema de inovação nacional e internacional. As 5 Startups na final do programa: Monest, Giro, Mobi7, Contraktor e Bunker, apresentaram pitches sobre suas startups para uma banca formada por empresas e investidores. Antes do último painel foi revelado o resultado, 1º lugar para Contraktor, 2º lugar para Giro e 3º lugar para a Monest 

Para encerrar, aconteceu uma participação surpresa, apresentada anteriormente como “the fairy tale of open innovation”. O painel se tratou da apresentação de uma dupla de representantes do governo, Gisele Raulik Murphy – Manager at Innovators in Government Chevening Global Network/Design Thinking Facilitator Stephan Garcia – Govtech Innovator do Detran Paraná. Os dois agentes falaram sobre o que está sendo planejado e executado pelo governo no meio da inovação com a finalidade de contribuir e melhorar o ecossistema.   

O 17º Open Innovation Brasil foi repleto de muitas conversas enriquecedoras.  No primeiro painel, muito se falou sobre o poder da inovação aberta que é o de promover boas conexões e o evento representou muito bem isso. Durante o dia inteiro, os diversos painéis apresentaram o ecossistema e seus agentes, além de promover a interação entre os participantes proporcionando assim a conexão de heads de inovação, startups, grandes empresas, investidores e governo. 

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