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Brasil tem oportunidade de aumentar exportação em TI

Segundo dados divulgados no TI Inside online nessa semana, o Brasil tem oportunidade de trazer US$ 12 bilhões em novas receitas de exportação de serviços de TI. Isso porque atualmente a Índia, que exporta aproximadamente US$ 120 bilhões em serviços de TI/BPO por ano e gera 11,7 milhões entre empregos diretos e indiretos, enfrenta dificuldades na prestação de serviços que demandam contato em horário comercial com o cliente, devido ao fuso horário.
Nesse aspecto, o Brasil está entre os mais cotados para atendar a demanda de exportação de serviços de TI, por ter o maior contingente de profissionais da área na América Latina.
Apesar de, segundo dados do Observatório da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX), o Brasil ser o país com o maior mercado de produção de software e prestação de serviço em TI da América Latina, ainda há grande dificuldade em empresas do país exportarem serviços, já que para entrar na competição externa é importante a consolidação em nível nacional.
A demanda local ainda é muito grande, mas algumas empresas brasileiras de TI têm buscado nas exportações e operações internacionais oportunidade de crescimento, mostrando uma ampliação no setor.
Seguir essa tendência de atender ao mercado mundial não é fácil. A CINQ Technologies, empresa paranaense do setor de TI, enfrentou alguns desafios e teve que se desenvolver para entrar neste mercado. Em mais de dez anos de exportação, barreira de linguagem, relacionamento interpessoal, diferenças culturais e falta de profissionais que unissem qualidade técnica e conhecimento em outros idiomas foram dificuldades vencidas que abriram espaço para novos aprendizados e conquistas.
A empresa participa do mercado internacional desde 2003, quando já tinha 11 anos de experiência nacional. A primeira exportação foi para Diebold North America, empresa líder no segmento de automação bancária e automação eleitoral, que já vinha desenvolvendo projetos com a CINQ através da Diebold no Brasil. Hoje, os trabalhos desenvolvidos offshore são feitos por meio de exportação direta de serviços, que envolvem projetos de software, qualidade de software, soluções mobile e serviços profissionais.
O relacionamento com empresas de outros países motivou a busca de padrões de desempenho de classe mundial, amparados em competitividade, inovação, qualidade, metodologias e certificações, como ISO 9001 e CMMI, sem os quais a entrada no mercado exterior fica ainda mais difícil.
Buscando a internacionalização do setor, a CINQ participa de associações como o Curitiba Offshore Center, Comitê Gestor do Softex e APL de Software de Curitiba, que dão atenção especial à ampliação da exportação no Brasil.

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