Tudo o que você precisa saber sobre Inteligência Artificial.

O tema não é novo, mas nunca foi mais atual. O conceito pode não ser tão simples, e na prática é bem mais complexo…

A inteligência artificial pode ser definida como a capacidade de dar inteligência às máquinas. Dar a elas a habilidade de realizar atividades que antes eram essencialmente humanas. Para a nossa surpresa, essas tecnologias têm se mostrado mais eficientes que qualquer pessoa. Elas já podem detectar o câncer de mama com 90% de exatidão, por exemplo. Dirigir carros sozinhos, limpar ambientes inteiros, realizar entregas com drones e utilizar exoesqueletos artificiais para manter idosos ativos, são alguns outros exemplos nos quais a criação vence o criador.

Infelizmente, as máquinas ainda não podem pensar e, se um dia elas chegarem a esse nível, teremos ultrapassado o conceito de “Inteligência Artificial Limitada”, que ainda é o que temos hoje. Mas, assim como uma criança, elas podem aprender. E a cada momento, evoluem um pouco, conferindo enormes facilidades em nosso dia-a-dia. Até o que nos parecia absurdamente distante, a Inteligência Artificial prova que pode estar mais próximo do que imaginávamos…

Segundo o relatório anual da Accenture (Accenture Technology Vision 2017), setenta e nove por cento dos entrevistados concorda que a IA revolucionará a forma como obtemos informações e interagimos com os clientes. A verdade, é que isso já pode ser visto em diversas empresas. Os chatbots, que começam a substituir os atendentes são só um exemplo que provam que a Inteligência Artificial está ganhando maturidade. Cada vez mais, ela se transforma em uma nova interface do usuário (UI), modificando a forma com que agimos e com que as empresas agem conosco.

Depois de inúmeras vantagens, um pequeno problema: dar sentido a toda informação gerada pela inteligência artificial… Cada vez mais, conseguimos aumentar a quantidade de dados que dispomos, mas precisamos de maiores esforços para interpretar e agir acerca deles. O dado sozinho não significa nada e precisamos investir esforços para manipulá-lo. Sabemos que inovar é necessário, mas muitas empresas só lembram que inovar pode custar caro, e acabam esquecendo do investimento que isso pode significar…

 

A aplicação de algoritmos para coletar dados, descobrir padrões e criar automações certeiras damos o nome de Machine Learning, que nada mais é do que uma parte, ou melhor, uma das técnicas da Inteligência Artificial. Por exemplo: provavelmente, você já se assustou e se perguntou como o Facebook reconhece automaticamente a face dos seus amigos na hora de marcá-los em alguma foto… Pois saiba que o Machine Learning é a resposta.

Se você já achava o Machine Learning assustador, então vai se espantar ainda mais com o Deep Learning, que nada mais é do que uma versão de aprendizado de máquina ainda mais profunda, baseado na nossa própria rede de neurônios. No Deep Learning, imensos bancos de dados são treinados de forma não supervisionada. Assim, os algoritmos são capazes de identificar por si próprios imagens, objetos, frases ou palavras sem a necessidade de serem programados previamente por um humano.

Na verdade, tanto o conceito de Deep Learning quanto o de Machine Learning não são novos. Datam da década de 50 mais ou menos, o que prova a persistência dos especialistas para criar uma Inteligência Artificial completa, que não seja limitada e possa ser capaz de pensar, sentir, ensinar. Assim como um ser humano…

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