Você já conversou com um robô hoje?

Um dos primeiros chatbots a passar pelo Teste de Turing, que testa a capacidade da máquina de desempenhar um comportamento, foi Eliza. Destinada a ser uma psicóloga, foi lançada em 1966, e desde então, as opiniões se divergem a respeito desta tecnologia. No entanto, mais de 50 anos após a criação de Eliza, finalmente começa-se a encontrar funcionalidades para os chatbots. Devido a evoluções e benefícios possíveis, pessoas como Satya Nadella, CEO da Microsoft, afirmam que os bots podem substituir os apps.

É possível perceber um progresso nos chatbots, devido à evolução de tecnologias como Machine Learning, Inteligência Artificial e Processamento de Linguagem Natural. Resumidamente podemos dizer que os chatbots estão mais inteligentes, e por causa disso, é possível criar soluções mais avanças e diversificadas, que são realmente úteis para os usuários. Porém, muitos acreditam que os bots ainda não alcançaram seu potencial máximo e podem melhorar ainda mais.

Porém, é importante destacar que, chatbots não precisam necessariamente de IA para funcionar, eles também podem operar por regras, o que não significa que são inferiores. A maior diferença é que os bots que se baseiam em regras para funcionar, costumam cumprir sua função e apenas isso, enquanto aqueles baseados em Inteligência Artificial, possuem a capacidade de aprender conforme são utilizados. A decisão em qual método utilizar, costuma ser pela função do bot, enquanto alguns são programados para uma função específica, outros que são programados para conversar e precisam ter uma desenvoltura melhorada.

Atualmente, mais de 100,000 chatbots estão disponíveis no Facebook e  300,000 no Pandorabots, uma das maiores e mais antigas plataformas voltadas para essa tecnologia. O Marketing é uma das áreas que mais utiliza os chatbots, pensando na experiência do consumidor. Já é possível encontrar bots capazes de realizar transações bancárias, dar informações sobre transportes públicos e previsão do tempo, fazer pedidos em restaurantes delivery, além das assistentes virtuais que vem ganhando espaço desde o lançamento da Siri da Apple.

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